A praia do Corumbê fica a poucos minutos abaixo da casa: algumas centenas de metros de areia calma na baía, uns poucos restaurantes simples, barcos de pesca fundeados, uma água que mal se dá ao trabalho de fazer onda. Não é a praia mais famosa de Paraty. É a que você vai realmente nadar na maioria das manhãs, porque está ali — e no fim da semana será a que você defende em qualquer discussão.

Os dias fáceis

O Jabaquara, na borda norte da cidade, é uma meia-lua larga e rasa onde a água fica na altura do joelho por muitos metros — a praia das crianças pequenas, com barracas para o almoço. O Pontal, depois da passarela do centro histórico, é onde se almoça com vista para o casario colonial. As duas ficam a minutos da casa.

O dia de barco

A baía é salpicada de ilhas e enseadas aonde estrada nenhuma chega, e as escunas que saem do cais de Paraty emendam três ou quatro delas num dia — paradas de snorkel, areia grossa e dourada, água em verdes que você vai fotografar mal e lembrar perfeitamente. Lanchas privadas fazem o mesmo roteiro mais rápido. De um jeito ou de outro, reserve saída de manhã; o mar é mais manso antes do almoço.

O dia de trilha

A Praia do Sono é aquela de que as pessoas falam anos depois: um arco longo de areia clara com floresta atrás e uma pequena vila caiçara, alcançada só de barco ou por uma trilha de mata de mais ou menos uma hora e meia. A vinte minutos de caminhada do seu fim está Antigos, menor e mais vazia ainda. Leve água, use papete de verdade e aceite que não vai querer ir embora.

Como montar a semana

  • Um dia de escuna ou lancha pela baía.
  • Um dia de trilha ao sul — Sono e Antigos, ou a piscina natural de Trindade.
  • Corumbê para todas as manhãs sem pressa no meio — fica no pé do morro, e as cadeiras de praia da garagem são suas.

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