Vista Linda
Corumbê · Paraty · Rio de Janeiro
A noite chegando sobre as ilhas
Paraty · Costa Verde

Uma cidade do ouro, um litoral UNESCO, a dez minutos.

A Vista Linda fica acima do Corumbê, no trecho verde e tranquilo da costa logo ao norte de Paraty. Descendo o morro está a praia do Corumbê — pequena, calma e de gente local. Dez minutos ao sul está o centro histórico: uns trinta quarteirões de casarios coloniais brancos e ruas de pedra que, junto com esta costa de mata, a UNESCO inscreveu como Patrimônio Mundial em 2019. Em volta de tudo isso: mais de sessenta praias, passeios de escuna pela baía, cachoeiras na serra e alambiques de cachaça que trabalham há séculos.

Como chegar

Quatro horas do Rio, cinco de São Paulo.

Do Rio de Janeiro são cerca de 240 km — umas quatro horas pela BR-101, a Rio-Santos, com Angra dos Reis e as ilhas à esquerda o caminho todo. De São Paulo, cerca de 290 km pela Tamoios e Ubatuba. A casa fica poucos minutos ao norte do centro de Paraty pela BR-101, subindo a encosta do Corumbê; a garagem guarda cinco carros, e vale ter pelo menos um para praias e cachoeiras.

Três andares de madeira e vidro na encosta do Corumbê
A noite chegando sobre as ilhas
O centro histórico

Pedras, portas coloridas e ruas que a maré lava.

Paraty enriqueceu no século XVIII embarcando o ouro de Minas, e seu centro histórico sobreviveu quase intacto — ruas de pedra sem carros, igrejas de cada degrau da sociedade colonial, portas em azuis e amarelos. Nas marés mais altas, o mar sobe pelas ruas mais próximas do cais e as lava; foi desenhado para isso. Vá cedo de manhã ou depois do escuro, quando as excursões vão embora e os lampiões acendem.

Praias e a baía

Comece no pé do morro.

A praia do Corumbê fica minutos abaixo da casa — algumas centenas de metros de areia calma com uns poucos restaurantes simples. Da cidade, escunas e lanchas emendam as ilhas da baía e as praias que só barco alcança; o Jabaquara, raso e em meia-lua, é perfeito para crianças pequenas; e as praias de trilha — Sono, Antigos — merecem um dia inteiro ao sul. Com mais de sessenta praias na conta, a estratégia honesta é um dia de barco, um dia de trilha e o Corumbê para todas as manhãs preguiçosas no meio.

A baía ao entardecer, vista do deck
A piscina debruçada sobre os morros verdes
Serra e cachaça

Cachoeira de manhã, degustação depois.

A estrada Paraty-Cunha sobe da cidade para a Serra do Mar, e ao longo dela ficam os poços — a famosa pedra do Tobogã, a corda do Poço do Tarzan — e os alambiques em atividade. Paraty já foi tão central para a cachaça que seu nome era sinônimo da bebida; alambiques como o Engenho D'Ouro e o Maria Izabel ainda destilam do jeito antigo e servem degustações. Os passeios de jipe que juntam cachoeiras e alambiques em meio dia são o jeito certo: ninguém dirige, todo mundo nada.

Quando vir

Não existe mês errado, só luz diferente.

O verão (dezembro–março) é quente, verde e cheio, com tempestades dramáticas à tarde; outono e primavera são os pontos doces e tranquilos; o inverno é seco, ameno e claro — o melhor para trilhas. O calendário tem gravidade própria: a FLIP, festa literária internacional, toma a cidade por cinco dias todo ano, e agosto traz o Festival da Cachaça. As semanas de festa são ótimas e lotadas — reserve com muita antecedência e aproveite ter uma encosta silenciosa para onde voltar.

Pôr do sol incendiando a baía
Última luz laranja sobre a Baía de Paraty
Reservar

Fiquem com a encosta só para vocês.

Disponibilidade e tarifas ficam no Airbnb, onde a casa mantém avaliação 5.0. Reserve por lá, e escreva quando quiser com dúvidas sobre a casa ou a costa.

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